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RDC 304/2019: cuidados com o equipamento de refrigeração para o transporte de medicamentos


Com a publicação da nova Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) em setembro de 2019, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu uma série de regras e boas práticas que devem ser seguidas à risca para a logística de remédios. Agora, a lista de cuidados com o equipamento de refrigeração para o transporte de medicamentos ganhou novos pontos de atenção e cabe ao transportador ficar atento aos detalhes. Isso porque, mais do que nunca, passa a ser fundamental garantir que a manutenção dos equipamentos esteja sempre em dia e contar com soluções eficientes para o monitoramento e o controle remoto da temperatura durante as viagens. Aqui no blog, fizemos um compilado das principais novidades da RDC 304/2019, mas que tal conferir o que muda, de fato, na rotina de manutenção dos equipamentos de refrigeração para o transporte de medicamentos?


Atenção redobrada com a refrigeração para o transporte de medicamentos

Não é segredo que o transporte de medicamentos é uma prática desafiadora. Além de passar por um controle bastante rigoroso, ele exige também um cuidado maior com os equipamentos de refrigeração e com as ferramentas de controle de temperatura. E não é para menos, afinal, é a saúde do consumidor final que está em jogo, certo? Lembre-se que muitos dos princípios ativos dos remédios podem ser modificados se forem expostos a condições ou temperaturas inadequadas. É de olho nesse controle que um dos principais pontos de atenção da nova resolução diz respeito ao calendário de calibração e manutenção das ferramentas e dos equipamentos de refrigeração para o transporte de medicamentos. Confira as orientações gerais sobre a periodicidade:


Potência do equipamento

A nova RDC determina que a robustez do equipamento de refrigeração deve influenciar diretamente na periodicidade da manutenção. De acordo com a resolução, contar com equipamentos mais potentes e de boa qualidade é uma excelente alternativa para as transportadoras que querem ganhar uma folga maior no calendário de revisão, pois os equipamentos mais robustos se mantêm calibrados por muito mais tempo.


Período de uso

Quanto maior o tempo entre uma calibração e outra, maior o número de lotes envolvidos caso a calibração tenha algum resultado fora da especificação. Nesse contexto, vale ter atenção redobrada com a frequência de uso. Procure conhecer bem o seu equipamento e confira dados de desempenho sempre que possível.


Histórico

Outra novidade interessante apresentada pela nova resolução é que, agora, o histórico de sucessos e falhas na calibração dos equipamentos de refrigeração também será levado em conta na hora de estabelecer um calendário de manutenções. Se o transportador, por exemplo, fizer a calibração a cada três meses e não constatar alterações ao longo de um ano, ele poderá aumentar esse intervalo.


Rede elétrica

A RDC também deixa um alerta para os equipamentos que contam com alimentação elétrica, explicando que é importante que todo esse sistema seja otimizado para evitar grandes oscilações na corrente. Isso porque a instabilidade na rede pode descompensar os sensores mais fracos e afetar sua habilidade de medição, causando falhas na calibração.


Por que bons equipamentos de refrigeração são fundamentais

Apesar de ainda ter pontos que precisam de mais estudo por parte das comissões técnicas da Anvisa, você já deve ter percebido que a RDC 304/2019 deixa pouco espaço para amadorismo quando o assunto é o transporte de medicamentos. Isso só reforça a prática de que contar com equipamentos eficientes e com engenharia qualificada é sempre a melhor alternativa para as transportadoras. Aqui, vale lembrar que um equipamento de refrigeração verdadeiramente eficiente não é apenas aquele que faz as menores temperaturas, mas também aquele que oferece as tecnologias mais otimizadas para o controle delas, e isso começa já na escolha dos componentes que fazem parte do aparelho. Você sabia, por exemplo, que até mesmo fatores como a espessura e a composição das mangueiras utilizadas no equipamento podem fazer a diferença? Afinal, as mais reforçadas são capazes de resistir melhor e por mais tempo às trocas de calor e aos desafios de clima e de percurso. O mesmo se aplica aos eletroventiladores: quanto maior a autonomia, menor a frequência de manutenção e melhor o rendimento. A resistência do equipamento também é um fator muito importante para se levar em consideração. Aparelhos estruturados em ligas especiais, como aço carbono, são muito mais eficientes do que os de chassi simples, impactando diretamente no rendimento não só do equipamento, mas também no consumo de combustível durante o transporte, já que essas estruturas são mais leves. Aqui na Frigo King, nossos produtos contam com engenharia de última geração e componentes de qualidade certificada internacionalmente. Desde a escolha das peças até os cuidados finais na hora da instalação no baú refrigerado, você tem à sua disposição a garantia de procedência que já é referência em mais de 20 países! Com tecnologias exclusivas

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